Primeiro: O Alcorão desafiou os oponentes do Profeta ﷺ que produzissem um capítulo que pudesse superar qualquer um do Alcorão:
وَإِن كُنتُمْ فِي رَيْبٍ مِّمَّا نَزَّلْنَا عَلَىٰ عَبْدِنَا فَأْتُوا بِسُورَةٍ مِّن مِّثْلِهِ وَادْعُوا شُهَدَاءَكُم مِّن دُونِ اللَّهِ إِن كُنتُمْ صَادِقِينَ
"E se estais em dúvida acerca do que revelamos a nosso servo, fazei um capítulo como este, e apresentai vossas testemunhas fora Allah, se sóis verídicos." [1]
"E se estais em dúvida acerca do que revelamos a nosso servo, fazei um capítulo como este, e apresentai vossas testemunhas fora Allah, se sóis verídicos." [1]
Segundo: Os árabes pagãos eram especialistas em poesia, provavelmente os melhores da língua árabe em toda a história. Isto prova que eles eram competentes para tentar tal desafio.
Terceiro: No entanto, os pagão investiram muito mesmo em tentar destruir o islam, usando como método a brutalidade, matando os primeiros muçulmanos, e perseguindo o profeta Muhammad ﷺ.
Com isso estabelecido, argumentamos:
- Se os pagãos fossem incapazes de enfrentar a beleza do Alcorão, Muhammad era um verdadeiro profeta.
- Os pagãos não puderam enfrentar o alcorão.
- Logo, Muhammad ﷺ era um verdadeiro profeta.
Quanto à segunda premissa, é verdadeira, pois os pagãos investiram pesadamente na destruição do islam, recorrendo à brutalidade, sem sucesso, e ainda falharam no desafio, eles poderiam economizar dinheiro, vidas e batalhas se apenas montassem uma assembleia e reproduzissem uma poesia melhor que o Alcorão.
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[1] Alcorão 2:23
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