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sábado, 1 de dezembro de 2018

O Milagre do Alcorão

Uma das provas da profecia de Muhammad  ﷺ é o Alcorão. Um milagre literário inimitável. No entanto, não-falantes do árabe não são capazes de perceber tais atributos. Mas podemos contornar isto da seguinte forma:

Primeiro: O Alcorão desafiou os oponentes do Profeta  ﷺ que produzissem um capítulo que pudesse superar qualquer um do Alcorão:

وَإِن كُنتُمْ فِي رَيْبٍ مِّمَّا نَزَّلْنَا عَلَىٰ عَبْدِنَا فَأْتُوا بِسُورَةٍ مِّن مِّثْلِهِ وَادْعُوا شُهَدَاءَكُم مِّن دُونِ اللَّهِ إِن كُنتُمْ صَادِقِينَ
"E se estais em dúvida acerca do que revelamos a nosso servo, fazei um capítulo como este, e apresentai vossas testemunhas fora Allah, se sóis verídicos." [1]

Segundo: Os árabes pagãos eram especialistas em poesia, provavelmente os melhores da língua árabe em toda a história. Isto prova que eles eram competentes para tentar tal desafio.

Terceiro: No entanto, os pagão investiram muito mesmo em tentar destruir o islam, usando como método a brutalidade, matando os primeiros muçulmanos, e perseguindo o profeta Muhammad ﷺ.

Com isso estabelecido, argumentamos:
  • Se os pagãos fossem incapazes de enfrentar a beleza do Alcorão, Muhammad era um verdadeiro profeta.
  • Os pagãos não puderam enfrentar o alcorão.
  • Logo, Muhammad ﷺ era um verdadeiro profeta.
Quanto à primeira premissa, ela é verdadeira, pois a incapacidade dos pagãos de enfrentar o Alcorão seria a negação da normalidade(isto é, um milagre). Sem mencionar que Muhammad ﷺ era um analfabeto iletrado. 

Quanto à segunda premissa, é verdadeira, pois os pagãos investiram pesadamente na destruição do islam, recorrendo à brutalidade, sem sucesso, e ainda falharam no desafio, eles poderiam economizar dinheiro, vidas e batalhas se apenas montassem uma assembleia e reproduzissem uma poesia melhor que o Alcorão. 
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[1] Alcorão 2:23

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Muhammad: louco, mentiroso ou profeta?

O Trilema aplicado a Muhammad (pece)
Muhammad só podia pertencer a uma das seguintes categorias: louco, mentiroso ou profeta.
Ou ele era um charlatão; ou ele era louco; ou ele de fato, era um mensageiro de Deus.
Vamos analisar um por um:

Louco:
Ele não podia ser louco, pois, como um louco pode se tornar governante de toda a Arábia por causa de sua loucura? E como pode unificar toda a Arábia com sua loucura? Não há sentido em ele ser louco, pois para produzir o alcorão, ele ou seria um mentiroso esperto, ou ele recebeu o alcorão de Deus.

Mentiroso:
Se ele era um mentiroso, o seus desejos eram basicamente, dinheiro e poder, como todo charlatão, certo? Mas foi exatamente isso o que foi oferecido pelos líderes pagãos de Quraish a Muhammad, e ele respondeu:

"Ainda que tivesse o sol em minha mão, e a lua na outra, não cessaria essa revelação."

Ok, mas ele pode ter apenas tomado precauções contra um engano, mas, que tipo de charlatão fugiria tão confiante de sua cidade natal, apenas por uma mentira? Que tipo de charlatão, lutaria com tanta vontade, mesmo que já "velho" no campo de batalha? Que tipo de charlatão, aguentaria ver sangue de seus companheiros mais íntimos ser derramado por sua mentira? Que tipo de charlatão pregaria as virtudes morais, e seria tão humilde a ponto de morar numa casinha de barro com menos de dois utensílios? 

Se ele não poderia ser nenhuma das opções apresentadas, então, só poderia ser, de fato, um mensageiro de Deus, para toda a humanidade.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Várias provas para o islam

Para ler minha compilação de evidências do islam como verdadeira religião, e Muhammad (s.a.w) como Mensageiro de Deus, clique AQUI